segunda-feira, 8 de maio de 2017

Fátima: apresentadas imagens oficiais dos novos Santos

O retrato oficial dos mais jovens santos não-mártires da Igreja Católica, Francisco e Jacinta Marto, hoje apresentado em Fátima, tem por base as fotografias utilizadas na beatificação em 2000, com uma formulação plástica que mostra a psicologia dos dois santos, nas palavras da Postuladora da Causa de Canonização de Francisco e Jacinta Marto.
“Jacinta olha de frente para o observador, em atitude de interpelação; Francisco ergue os olhos ao alto, apontando para uma atitude eminentemente contemplativa”, refere a nota da Postulação sobre as imagens, encomendadas à pintora Sílvia Patrício, e que vão estar colocadas na fachada da Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima para a cerimónia de canonização.
Em relação à fotografia de 1917 que está na base das duas imagens de São Francisco Marto e de Santa Jacinta Marto, as vestes apresentam-se coloridas, a partir de uma pesquisa etnográfica feita pela autora.
Na fachada da Basílica, a colocação dos dois videntes é também diferente: primeiro surge Jacinta Marto, “como primeiro anunciadora dos acontecimentos de Fátima”.
Com o terço nas mãos e a candeia como atributos mais claros destes santos, a autora das imagens incluiu em cada auréola (que representa a santidade), em formato de peça de ourivesaria símbolos diferenciados: na de Francisco a silhueta do Anjo de Fátima e as espécies eucarísticas, enquanto a de Jacinta mostra as figuras do Papa e da Virgem Maria, representada com o seu Coração Imaculado.
O padre Carlos Cabecinhas precisou que as imagens pretendem transmitir “traços da santidade” dos dois pastorinhos, motivo pelo qual não se recorreu a fotografias, ao contrário do que aconteceu em 2000.
Fonte: zenit.org

Convite: Encontro Vocacional Franciscano em Rondonópolis-MT


55ª Assembleia Geral chega ao fim. Quais os próximos passos do tema ‘Iniciação à vida cristã’?

Aprovado pela 55ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), realizada em Aparecida (SP) de 26 de abril a 5 de maio, o texto sobre o tema central ‘Iniciação à vida cristã’ será publicado e buscará inspirar a Igreja no Brasil a repensar uma nova forma de fazer a catequese mais integrada com a liturgia. Esta é avaliação geral do bispo da Diocese de Goiás e membro da Comissão do Tema Central, Dom Eugênio Rixen.
Segundo Dom Eugênio, é necessário lembrar que a Igreja no Brasil, muitas paróquias, dioceses e regionais já vêm discutindo e aprofundando o tema. De acordo com ele, a aprovação na Assembleia Geral é mais um passo desse processo. O documento, para Dom Eugênio, vai incentivar a formação, nos diferentes níveis e modalidades. “O debate e as novas práticas em torno do tema central: ‘iniciação à vida cristã’ vão se desdobrar nas ações dos organismos da Igreja, nas pastorais, dioceses e regionais”, disse.
O religioso disse que o próprio documento reconhece que vivemos numa época dominada pelo secularismo. “Neste contexto, o texto reforça a necessidade de oferecer às pessoas uma profunda experiência de encontro com Jesus Cristo, por meio do Querigma”, afirmou.
Dom Eugênio Rixen, bispo de Goiás  
O texto aprovado, inspirado no capítulo 2 da Carta de São Paulo aos Filipenses, reforça que não é suficiente apenas conhecer Jesus, mas buscar sentir o que ele sentiu e viver as suas atitudes: o mesmo modo de pensar, o mesmo amor, um só espírito e uma só atitude.
Um passo necessário também, segundo Dom Eugênio, é buscar uma maior aproximação entre a catequese e a liturgia, com celebrações próprias no estilo catecumenal, como a celebração da entrega da Palavra de Deus. As mudanças são lentas, mas Dom Eugênio está confiante. “Sentimos muita disposição e boa vontade dos bispos em levar adiante as mudanças necessárias para que mais pessoas façam a experiência do encontro pessoal e transformador com Jesus Cristo”, disse.
Fonte: CNBB

sábado, 6 de maio de 2017

Conferência dos Frades Menores do Brasil, acontece na Custódia Franciscana das Sete Alegrias MT e MS



   Realizou-se em Campo Grande MS, entre os dias 1 a 4 de maio, reunião do Conselho de Animação e Dinamização (CAD), Serviço para Formação e os Estudos (SERFE) e Serviço Interfranciscano de Evangelização e Missão (SIFEM). O encontro foi realizado na sede da Custódia Franciscana das Sete Alegrias de Nossa Senhora. Estiveram presentes os representantes das Entidades da Conferência dos Frades Menores do Brasil, da Custódia participaram os frades Frei Rogerio Viterbo de Souza, animador do JPIC, Frei Vademílson Santo da Silva, Secretário de Missão e Evangelização e Frei Valdeir Souza, representou a Formação e os Estudos.

A programão do encontro ocorreu da seguinte forma: No dia 1 chegada dos frades ao convento São Francisco, dia 2 visitas dos projetos sociais desenvolvidos pelos frades da Custódia, na cidade Rio Brilhante MS, entre eles a conferencia visitou o projeto Café Santa Clara, objetivo do projeto é oferecer café dá manhã para moradores de ruas e também para as pessoas que passam pela cidade. Esta à frente, Frei Aguinaldo Santana, junto leigos da paróquia Divino Espirito Santo. Frei Érico Renz apresentou projeto Social Santa Izabel, que trabalha com Crianças adolescentes, por fim conheceram a comunidade terapêutica Fazenda da esperança.


   No dia 3 de maio, cada serviço fez sua reunião separada. O encontro da SERFE iniciou com partilha das experiências de trabalhos conjuntos na CFMB, o encontro foi assessorado pelo Irmão Jardelino Menegat, que trabalhou com tema Interprovincialidade. SIFEM foi visto os seguintes assuntos: Documento Laudato si’ Ecologia Integral, comunicação na evangelização nas entidades franciscana e falou sobre a evangelização no meio social. No dia 4 concluiu todas as atividades dos encontros juntos, partilha dos trabalhos e relatórios e sugestão concreta para ser apresentado aos Ministros provinciais da CFMB.

 Frei Valdeir de Souza, OFM






sexta-feira, 5 de maio de 2017

Falece Ir. Miria T. Kolling, grande nome da música litúrgica brasileira



Foto: Magnus Regis/ASCOM ICM
A Congregação das Irmãs do Imaculado Coração de Maria – Província Nossa Senhora Guadalupe – comunicou hoje, 05, o falecimento de Irmã Miria T. Kolling, uma das maiores compositoras da música litúrgica do Brasil. A religiosa faleceu no Hospital Santa Virgínia, em São Paulo (SP), por volta das 17h30 desta sexta-feira.
No mês passado, Irmã Miria havia sofrido um leve infarto e, desde então, permanecia no hospital paulista. Hoje, após apresentar uma melhora, foi submetida a uma angioplastia, mas não resistiu ao procedimento.
Irmã Miria Kolling é um dos grandes nomes da música católica. Faleceu aos 77 anos, tendo 46 de caminho musical, publicando mais de 600 obras musicais, que contemplam Missas, catequese, hinos diversos e outros cantos. A religiosa também é escritora com especial dedicação às orientações sobre canto e liturgia. Incansável, viajou o Brasil e o exterior, dinamizando cursos de liturgia e canto.
fonte: http://www.a12.com/
MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO
PARA O 54º DIA MUNDIAL DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES

(7 de maio de 2017 - IV Domingo da Páscoa)
Tema: «Impelidos pelo Espírito para a missão»



Amados irmãos e irmãs!
Nos anos passados, tivemos ocasião de refletir sobre dois aspetos que dizem respeito à vocação cristã: o convite a «sair de si mesmo» para pôr-se à escuta da voz do Senhor e a importância da comunidade eclesial como lugar privilegiado onde nasce, alimenta e se exprime a chamada de Deus.
Agora, no 54º Dia Mundial de Oração pelas Vocações, gostaria de me deter na dimensão missionária da vocação cristã. Quem se deixou atrair pela voz de Deus e começou a seguir Jesus, rapidamente descobre dentro de si mesmo o desejo irreprimível de levar a Boa Nova aos irmãos, através da evangelização e do serviço na caridade. Todos os cristãos são constituídos missionários do Evangelho. Com efeito, o discípulo não recebe o dom do amor de Deus para sua consolação privada; não é chamado a ocupar-se de si mesmo nem a cuidar dos interesses duma empresa; simplesmente é tocado e transformado pela alegria de se sentir amado por Deus e não pode guardar esta experiência apenas para si mesmo: «a alegria do Evangelho, que enche a vida da comunidade dos discípulos, é uma alegria missionária» (Francisco, Exort. ap. Evangelii gaudium, 21).
Por isso, o compromisso missionário não é algo que vem acrescentar-se à vida cristã como se fosse um ornamento, mas, pelo contrário, situa-se no âmago da própria fé: a relação com o Senhor implica ser enviados ao mundo como profetas da sua palavra e testemunhas do seu amor.
Se experimentamos em nós muita fragilidade e às vezes podemos sentir-nos desanimados, devemos levantar a cabeça para Deus, sem nos fazermos esmagar pelo sentimento de inaptidão nem cedermos ao pessimismo, que nos torna espetadores passivos duma vida cansada e rotineira. Não há lugar para o temor: o próprio Deus vem purificar os nossos «lábios impuros», tornando-nos aptos para a missão. «“Foi afastada a tua culpa e apagado o teu pecado!” Então, ouvi a voz do Senhor que dizia: “Quem enviarei? Quem será o nosso mensageiro?” Então eu disse: “Eis-me aqui, envia-me”» (Is 6, 7-8).
Cada discípulo missionário sente, no seu coração, esta voz divina que o convida a «andar de lugar em lugar» no meio do povo, como Jesus, «fazendo o bem e curando» a todos (cf. At 10, 38). Com efeito, já tive ocasião de lembrar que, em virtude do Batismo, cada cristão é um «cristóforo» ou seja, «um que leva Cristo» aos irmãos (cf. Francisco, Catequese, 30 de janeiro de 2016). Isto vale de forma particular para as pessoas que são chamadas a uma vida de especial consagração e também para os sacerdotes, que generosamente responderam «eis-me aqui, envia-me». Com renovado entusiasmo missionário, são chamados a sair dos recintos sagrados do templo, para consentir à ternura de Deus de transbordar a favor dos homens (cf. Francisco, Homilia na Missa Crismal, 24 de março de 2016). A Igreja precisa de sacerdotes assim: confiantes e serenos porque descobriram o verdadeiro tesouro, ansiosos por irem fazê-lo conhecer jubilosamente a todos (cf. Mt 13,44).
Com certeza não faltam as interrogações ao falarmos da missão cristã: Que significa ser missionário do Evangelho? Quem nos dá a força e a coragem do anúncio? Qual é a lógica evangélica em que se inspira a missão? Podemos dar resposta a estas questões, contemplando três cenas evangélicas: o início da missão de Jesus na sinagoga de Nazaré (cf. Lc 4, 16-30); o caminho que Ele, Ressuscitado, fez com os discípulos de Emaús (cf. Lc 24, 13-35); e, por último, a parábola da semente (cf. Mc 4, 26-27).
Jesus é ungido pelo Espírito e enviado. Ser discípulo missionário significa participar ativamente na missão de Cristo, que Ele próprio descreve na sinagoga de Nazaré: «O Espírito do Senhor está sobre Mim, porque Me ungiu para anunciar a Boa-Nova aos pobres; enviou-Me a proclamar a libertação aos cativos e, aos cegos, a recuperação da vista; a mandar em liberdade os oprimidos, a proclamar um ano favorável da parte do Senhor» (Lc 4, 18-19). Esta é também a nossa missão: ser ungidos pelo Espírito e ir ter com os irmãos para lhes anunciar a Palavra, tornando-nos um instrumento de salvação para eles.
Jesus vem colocar-Se ao nosso lado no caminho. Perante as interrogações que surgem do coração humano e os desafios que se levantam da realidade, podemos sentir-nos perdidos e notar um défice de energia e esperança. Há o risco de que a missão cristã apareça como uma mera utopia irrealizável ou, em todo o caso, uma realidade que supera as nossas forças. Mas, se contemplarmos Jesus Ressuscitado, que caminha ao lado dos discípulos de Emaús (cf. Lc 24, 13-15), é possível reavivar a nossa confiança; nesta cena evangélica, temos uma autêntica e real «liturgia da estrada», que precede a da Palavra e da fração do Pão e nos faz saber que, em cada passo nosso, Jesus está junto de nós. Os dois discípulos, feridos pelo escândalo da cruz, estão de regresso a casa percorrendo o caminho da derrota: levam no coração uma esperança despedaçada e um sonho que não se realizou. Neles, a tristeza tomou o lugar da alegria do Evangelho. Que faz Jesus? Não os julga, percorre a própria estrada deles e, em vez de erguer um muro, abre uma nova brecha. Pouco a pouco transforma o seu desânimo, inflama o seu coração e abre os seus olhos, anunciando a Palavra e partindo o Pão. Da mesma forma, o cristão não carrega sozinho o encargo da missão, mas experimenta – mesmo nas fadigas e incompreensões – que «Jesus caminha com ele, fala com ele, respira com ele, trabalha com ele. Sente Jesus vivo com ele, no meio da tarefa missionária» (Francisco, Exort. ap. Evangelii gaudium, 266).
Jesus faz germinar a semente. Por fim, é importante aprender do Evangelho o estilo de anúncio. Na verdade, acontece não raro, mesmo com a melhor das intenções, deixar-se levar por um certo frenesim de poder, pelo proselitismo ou o fanatismo intolerante. O Evangelho, pelo contrário, convida-nos a rejeitar a idolatria do sucesso e do poder, a preocupação excessiva pelas estruturas e uma certa ânsia que obedece mais a um espírito de conquista que de serviço. A semente do Reino, embora pequena, invisível e às vezes insignificante, cresce silenciosamente graças à ação incessante de Deus: «O Reino de Deus é como um homem que lançou a semente à terra. Quer esteja a dormir, quer se levante, de noite e de dia, a semente germina e cresce, sem ele saber como» (Mc 4, 26-27). A nossa confiança primeira está aqui: Deus supera as nossas expetativas e surpreende-nos com a sua generosidade, fazendo germinar os frutos do nosso trabalho para além dos cálculos da eficiência humana.
Com esta confiança evangélica abrimo-nos à ação silenciosa do Espírito, que é o fundamento da missão. Não poderá jamais haver pastoral vocacional nem missão cristã, sem a oração assídua e contemplativa. Neste sentido, é preciso alimentar a vida cristã com a escuta da Palavra de Deus e sobretudo cuidar da relação pessoal com o Senhor na adoração eucarística, «lugar» privilegiado do encontro com Deus.
É esta amizade íntima com o Senhor que desejo vivamente encorajar, sobretudo para implorar do Alto novas vocações ao sacerdócio e à vida consagrada. O povo de Deus precisa de ser guiado por pastores que gastam a sua vida ao serviço do Evangelho. Por isso, peço às comunidades paroquiais, às associações e aos numerosos grupos de oração presentes na Igreja: sem ceder à tentação do desânimo, continuai a pedir ao Senhor que mande operários para a sua messe e nos dê sacerdotes enamorados do Evangelho, capazes de se aproximar dos irmãos, tornando-se assim sinal vivo do amor misericordioso de Deus.
Amados irmãos e irmãs, é possível ainda hoje voltar a encontrar o ardor do anúncio e propor, sobretudo aos jovens, o seguimento de Cristo. Face à generalizada sensação duma fé cansada ou reduzida a meros «deveres a cumprir», os nossos jovens têm o desejo de descobrir o fascínio sempre atual da figura de Jesus, de deixar-se interpelar e provocar pelas suas palavras e gestos e, enfim, sonhar – graças a Ele – com uma vida plenamente humana, feliz de gastar-se no amor.
Maria Santíssima, Mãe do nosso Salvador, teve a coragem de abraçar este sonho de Deus, pondo a sua juventude e o seu entusiasmo nas mãos d’Ele. Que a sua intercessão nos obtenha a mesma abertura de coração, a prontidão em dizer o nosso «Eis-me aqui» à chamada do Senhor e a alegria de nos pormos a caminho, como Ela (cf. Lc 1, 39), para O anunciar ao mundo inteiro.
Cidade do Vaticano, 27 de novembro – I Domingo do Advento – de 2016.

Franciscus

fonte: w2.vatican.va

domingo, 5 de março de 2017

 Ingresso de novos aspirantes e vocacionados no seminário São Francisco de Assis em Rondonópolis-MT

Durante a Celebração Eucarística, na noite do dia doze de fevereiro, às 18h00, na Paróquia Sagrado Coração de Jesus em Rondonópolis Mato Grosso, sete jovens foram admitidos à etapa para formação ao aspirantado. Sendo assim ,cinco aspirantes e dois vocacionados. A celebração foi presidida pelo Ministro Custodial da Custódia Franciscana das Sete Alegrias de Nossa Senhora MT e MS, Frei Roberto Miguel do Nascimento, OFM e concelebrada pelo orientador da etapa, Frei Valdeir Aparecido de Souza,OFM. Também se faziam presentes Frei João Mário Barbosa Machado,OFM e Frei Pedro Renato,OFM. 

Aspirantes e vocacionados recebendo o TAU
   Foram admitidos: André Luiz de Almeida de Campo Grande-MS, Paróquia Nossa Senhora da Abadia; Cássio Gonçalves de Londrina-PR, Paróquia Nossa Senhora do Carmo; Edson Roberto Andrade – Cuiabá-MT, Paróquia Nossa Senhora da Guia; Jhonatan Carneiro Rodrigues da Costa de Itaporã-MS, Paróquia São José; Maike Lima de Itaporã-MS, Paróquia São José. Já os jovens Airton Martins de Campo Grande - MS, Paróquia São Francisco de Assis e Renan Silva Porto de Itaporã-MS, Paróquia São José,  concluirão o ensino médio e continuarão participando do processo vocacional.

No mesmo espírito do Pai Francisco de Assis, desejamos que todos os aspirantes e vocacionados possam entregar a própria vida no seguimento do Mestre Jesus Cristo, fazendo com que toda a Fraternidade Franciscana fiel à sua história, responda com ousadia e criatividade aos desafios do mundo de hoje. 

Que Nossa Senhora da Imaculada Conceição, continue guiando-os nesta nova caminhada e que todos possam perseverar motivando outros jovens a seguir o Cristo vivo e ressuscitado a exemplo de São Francisco de Assis.


Frei Valdeir Aparecido de Souza,OFM
Animador Vocacional Custodial